Mostrando postagens com marcador H2OH. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador H2OH. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Brasil é o país que mais utiliza energias renováveis.

Cerca de 44% da energia brasileira vem do etanol e das hidrelétricas

Quase metade da energia consumida no Brasil é gerada por fontes renováveis, como biocombustíveis e energia hidrelétrica. A informação consta do Balanço Energético Nacional (BEN), divulgado no dia 29 pela a Empresa Pesquisa Energética (EPE).

O balanço indica que a oferta interna de energia total do Brasil, em 2006, foi de 229,7 milhões de Toneladas Equivalentes de Petróleo (TEP). unidade que permite a medição comparativa das diversas fontes de energia) Deste total, 101,9 milhões de TEP - ou o equivalente a 44,4% - correspondem à oferta de energia renovável, o que faz do Brasil o maior consumidor de energia limpa do planeta.
Essa participação relativa de energia renováveis tem se mantido praticamente estável entre 2005 e 2006, o Brasil é o país que mais utiliza-se de fontes renováveis de energia as chamadas energias limpas em todo o mundo. Ainda de acordos com dados do BEN, a média mundial de utilização de energia renovável é de apenas 13,2%, enquanto nos países da Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Econômicos (OCDE), está média é ainda menor: 6,1%.
Ao justificar a manutenção do percentual de utilização das energias renováveis, entre 2005 e 2006, a EPE afirmou que ele é reflexo da compensação entre "o forte crescimento dos produtos da cana-de-açúcar e outras renováveis de um lado, e do crescimento do consumo de urânio e seus derivados, do petróleo e seus derivados e do gás natural - que apresentaram crescimento expressivo e expansão da participação na oferta interna".
Em relação a 2005, a oferta interna de energia renovável no Brasil cresceu, em termos absolutos, em todos os tipos de energéticos que a compõem. A oferta interna de energia elétrica de fonte "hidráulica e eletricidade" foi responsável por 32,9% da oferta interna de energia renovável - correspondendo a 14,6% de toda a oferta de energia no período. Neste caso, um crescimento de 3,8% entre 2005 e 2006.
Já a oferta interna de "produtos da cana-de-açúcar", cresceu 9,7%, refletindo os efeitos sobre a produção de etanol (10,8%), e a produção de cana-de-açúcar (12%). O crescimento na produção de açúcar foi ainda mais elevado: 17,8%.
O levantamento da EPE indica, ainda, que houve um forte crescimento no volume das exportações de etanol, entre 2005 e 2006. Foram exportados 3,36 bilhões de litros do produto - crescimento de 50%. Já a lenha e o carvão vegetal apresentaram uma leve redução da participação na oferta interna de energia renovável no Brasil, passando de 29,3%, em 2005, para 28,0 em 2006. Com isto, a contribuição a oferta interna destas fontes de energia ficou em 12,4% do total.

Fonte: http://www.ipcdigital.com/br/Noticias/Brasil/Brasil-e-pais-que-mais-utiliza-energias-renovaveis

Comentário:
O Brasil é um dos países que mais tem investido em ideias e praticas das energias renovaveis, uma solução para combater os ''inimigos'' do meio ambiente, utilizando biocombustiveis, energia eólica e hidrelétrica. O nosso país é um dos exemplos para aqueles que ainda estão em crescimento para fontes renovaveis e ajudar a biodiversidade.

Grupo: H2OH! 

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Usina Hidrelétrica de Belo Monte

Belo Monte é uma usina hidrelétrica projetada a ser construída no Rio Xingu, no estado brasileiro do Pará. Sua potência instalada será de 11 233 MW, o que fará com que seja a maior usina hidrelétrica inteiramente brasileira, visto que a Usina Hidrelétrica de Itaipu está localizada na fronteira entre Brasil e Paraguai.

De acordo com o site governamental da Agência Brasil, Belo Monte será a única usina hidrelétrica do Rio Xingu.
O lago da usina terá uma área de 516 km², mostradas no mapa de localização para o Google Earth. A usina terá três casas de força.
A previsão é que, se concluída, a usina será a terceira maior hidrelétrica do mundo, atrás apenas de a chinesa Três Gargantas e da binacional Itaipu, com 11,2 mil MW de potência instalada. Seu custo é estimado hoje em R$ 19 bilhões. A energia assegurada pela usina terá a capacidade de abastecimento de uma região de 26 milhões de habitantes, com perfil de consumo elevado como a Região Metropolitana de São Paulo.
 

Fonte: http://www.wikipedia.com/
 
Comentário:
A construção da usina hidrelétrica está trazendo muita polêmica na sociedade brasileira porque no Rio Xingu os índios mantêm as suas aldeias e suas vidas estão em toda parte onde será construída a usina, mesmo o governo oferecendo indenização eles não aceitam sair de seus territórios, além de ocasionar vários problemas ao meio ambiente, como as enchentes e a maior parte de extinção de animais marinhos.

Mas, existem benefícios; mais de 30 milhões de brasileiros receberão energia limpa e renovável. Porém, o grupo H2OH! é contra a construção da usina, pois, os benefícios não justificam a questão ambiental.
A matriz energética brasileira é composta majoritariamente por fonte limpa, de hidrelétricas (85%), seguida por outra fonte renovável, as térmicas de biomassa, térmicas a óleo (2,9%), térmicas a gás (2,6%), usinas nucleares (2,5%), térmicas a carvão (1,3%) e usinas eólicas (0,2%).

Grupo: H2OH!

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Construção de uma turbina.

A maioria das pessoas têm a noção que vivem em locais ventosos, no entanto a maior parte das áreas residências não são adequadas para a produção de energia a partir do vento. As árvores e os edifícios diminuem a velocidade do vento, criam zonas de turbulência que podem ser destrutivas. É fundamental que a zona de incidência se encontre desobstruída.



Os locais abertos ou zonas junto ao litoral podem ser apropriados para colocar as turbinas. Uma torre alta pode ser útil e aumentar a rentabilidade da instalação, não esquecer que a turbina pode ter alguns efeitos nas áreas circundantes, os seus vizinhos podem não partilhar o seu entusiasmo, mas pode partilhar com eles a energia produzida e o trabalho de colocação, certamente os resultados vão ser diferentes.
As turbinas eólicas funcionam com o ar fino, assim, necessitam de ter dimensões elevadas para produzir potências consideráveis. Um diâmetro de 2 metros (pá da turbina com 1 metro) pode produzir anualmente mais de 500 Kw/h. Um valor considerável para uma habitação média.


Grupo: H2OH!


quarta-feira, 28 de abril de 2010

Limite de Betz.

O limite de Betz indica que, mesmo para os melhores aproveitamentos eólicos (turbinas de 2 ou 3 pás de eixo horizontal), recupera-se apenas um máximo de 59% da energia do vento, o que significa que Cp máximo (teórico) é 0,59. Para uma aplicação real, este coeficiente é da ordem de 0,3 a 0,4 no máximo. A teoria de Betz coloca em modelo a passagem do ar antes e após a turbina, por um tubo de corrente onde:


V1 é a velocidade do vento antes das pás da turbina

V é a velocidade do vento nas pás da turbina, na ordem de 10 m/s
V2 é a velocidade do vento após ter transferido energia às pás da turbina
Onde V1 > V > V2 , sendo estas velocidades paralelas ao eixo do rotor.

Grupo: H2OH!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Produção de energia.

A energia cinética, resultante das deslocações de massas de ar, pode ser transformada em:


- energia mecânica através de aeromotores;
- energia elétrica através de turbinas eólicas ou aerogeradores.

A potência mecânica disponível (P) numa turbina depende grandemente (fator cúbico) da velocidade do caudal de ar que passa através dela, o que faz com que o interesse e o aproveitamento deste recurso varie muito com a intensidade e a direção do vento.

A potência do vento que passa perpendicularmente através de uma área circular P = 1/2 rv3 pr2

Onde:
P= potência média do vento em Watts [W]

r(rho) = densidade do ar seco = 1,225 kg/m3 (PTN)

v= velocidade média do vento [m/s]

p (pi) = 3.1415926535...

r = raio do rotor em m [metros]

Contudo, esta energia não pode ser inteiramente recuperada pelo aerogerador, pois há que evacuar o ar turbinado; introduz-se, de modo a tornar o calculo mais preciso, o coeficiente Cp no cálculo da potência:

P = 1/2 rv3 pr2Cp

O coeficiente de potência foi introduzido pela teoria de Betz. O coeficiente Cp caracteriza o nível de rendimento de uma turbina eólica; pode ser definido pela razão:



Grupo: H2OH!

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Energia Eólica

A energia produzida pelo vento é um recurso energético natural que pode ser aproveitado com um investimento reduzido, é especialmente rentável em locais com muito vento. Um gerador eólica caseiro é algo possível de fazer sem custos muito elevados.

As diferenças de pressão atmosférica causadas pelo aquecimento diferencial terrestre provocam deslocação de massas de ar (vento), a deslocação destas massas de ar são influenciadas pelas condições atmosféricas (intensidade e direção) por obstáculos e condições do solo. O aproveitamento da energia cinética do vento é efetuada através de turbinas eólicas acopladas a geradores. A este conjunto turbina-gerador é habitualmente chamado Aerogerador. Existem vários tipos de turbinas eólicas cujas as diferenças incidem essencialmente na direção do eixo de rotação (vertical e horizontal), forma e número de pás que constituem o rotor.



Quando exposto a vento suficiente, um aerogerador produz corrente alternada (CA). Depois de retificada (CC) esta corrente é usada para carregar de baterias e posteriormente convertida em corrente alternada. Todos os aerogeradores vêm com o seu próprio sistema de controle de carga (A, B).

Tal como a energia solar a energia eólica é uma energia limpa, a sua inclusão em áreas ventosas em ambientes domésticos pode rapidamente trazer o retorno do investimento efetuado. Pode funcionar em simultâneo com módulos energéticos solares. O seu funcionamento não difere substâncialmente, a energia captada por um aerogerador carrega um conjunto de baterias.

Fonte: http://www.electronica-pt.com/

Grupo: H2OH!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

A velocidade e a direção do vento.

Quando a velocidade do vento ultrapassa um dado valor, tipicamente de 3 a 4m/s, o controlador faz com que a turbina comece a trabalhar. Quando esta sobe acima da velocidade de corte, que é cerca de 25m/s, o sistema de controle automaticamente desliga a turbina e espera até que o vento diminua para uma velocidade de trabalho.
Cada turbina tem uma velocidade ótima de funcionamento à qual corresponde o máximo de energia gerada. Esta velocidade difere de aparelho para aparelho, mas está normalmente compreendida entre os 13 e os 16m/s.
Na maioria das turbinas as pás rodam a uma velocidade de cerca de 20 a 60 revoluções por minuto (eixo de baixa velocidade). A caixa de velocidades aumenta estas revoluções para cerca de 1200 a 1500 por minuto (eixo de alta velocidade), que são as necessárias para que o gerador produza eletricidade.
Quando o vento muda de direção, o motor interno de controle de direção faz girar a nave e o rotor de modo a que as pás fiquem de frente para o vento, permitindo assim um maior aproveitamento.

Fonte: http://www.lamtec-id.com/energias/eolica.php

Grupo: H2OH!

terça-feira, 30 de março de 2010

Funcionamento de uma turbina eólica.

A energia do vento é uma forma indireta de energia solar. O vento é gerado pelo aquecimento não homogéneo da atmosfera, que é uma consequência das irregularidades da superfície terrestre (por exemplo terra versus mar), da rotação da terra (noite versus dia) e da forma quase esférica do nosso planeta. As massas de ar mais quente sobem na atmosfera e geram zonas de baixa pressão junto à superfície da terra. Como consequência, massas de ar frio deslocam-se para essas zonas de baixa pressão e dão origem ao vento!

As turbinas eólicas convertem a energia cinética do vento em energia mecânica. A energia mecânica pode ser utilizada em tarefas específicas, como por exemplo na bombagem de água ou na moagem de grãos, ou convertida em energia eléctrica num gerador.




A conversão da energia do vento em eletricidade é feita de um modo muito simples: a energia do vento faz girar as pás da turbina que por sua vez fazem rodar um eixo, este eixo poem em funcionamento o gerador, onde campos magnéticos convertem a energia rotacional em eletricidade.



Existem turbinas de vários tamanhos e de várias potências. As pequenas turbinas com menos de 50kW servem normalmente para alimentar casas, antenas de telecomunicações, bombas de água, etc. As turbinas de maior potência (existem turbinas de vários MW) são geralmente agrupadas em parques eólicos e a eletricidade por elas gerada é introduzida na rede de distribuição elétrica.

A estrutura base de uma turbina permanece a mesma independentemente do tamanho ou da potência em causa. Uma turbina é constituída por uma torre, no cimo da qual está um compartimente chamado nave que serve se suporte ao rotor que pode ter 2 ou 3 pás. A nave serve também para albergar todo o equipamento elétrico: o gerador, os aparelhos de controle de potência e outros equipamentos mecânicos que estão ligados ao rotor.


Fonte: http://www.lamtec-id.com/energias/eolica.php

Grupo: H2OH!

quarta-feira, 24 de março de 2010

Turbinas eólicas no mar.


A energia do vento é mais eficiente no mar.
Instalar torres de turbinas eólicas no meio do mar. Uma ideia que parece óbvia e absurda ao mesmo tempo. Óbvia porque é de conhecimento geral o poder do vento em meio ás águas. Absurda porque pode parecer quase impossivel fixar os cataventos gigantes no mar.
Não é tarefa fácil, nem barata. Empresas, porém, estão colocando seus engenheiros para pensar e desenvolver designs que permitam aproveitar a força do vento no local e simultaneamente resistir a grandes ondas, tempestades e gelo.
Outro ponto a ser avaliado é que as turbinas marítimas poderiam gerar é com relação ao barulho que emitem. A frequência do som produzido por elas poderia assustar pássaros e animais marítimos. Além disso, a previsão é que elas sejam bem mais caras que as construídas em terra. Por enquanto, seguem estudos sobre a viabilidade (e validade) de criar parques eólicos marítimos.

Fonte: Zero Hora Caderno:Nossomundo(sustentável) Segunda-feira, 22 de março de 2010

Grupo: H2OH!

Curiosidades de raios, relâmpagos e trovões-FÍSICA

Aproximadamente 3,15 bilhões de raios golpeiam a terra por ano e em torno de 100 milhões atingem o Brasil. A espessura de um relâmpago é equivalente a de uma moeda de 50 centavos, parece ser mais largo devido a intensidade da luz.
Fonte: http://www.para-raio.com.br/
Grupo: H2OH!