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domingo, 19 de setembro de 2010

Geração e co-geração de energia com gás natural


O gás natural é uma alternativa para a produção de eletricidade, seja em usinas termelétricas ou através de plantas de co-geração.

A construção de uma termelétrica é mais rápida que a de uma hidrelétrica; os custos, assim como os riscos, são menores, pois a obra é mais simples e não envolve a remoção de povoados, fauna, flora, como acontece com freqüência no caso de alagamento de áreas para o enchimento de reservatórios de hidrelétricas.

Além disso, as usinas termelétricas podem ser construídas próximas da fonte consumidora de energia, evitando perdas na transmissão da eletricidade.

No Brasil, o gás natural começa a ganhar espaço na matriz energética. O governo federal tem como meta elevar a participação do gás natural de 8,9% (em 2005) para 15% em 2015 (fonte: Petrobras). A Comgás distribui o gás vindo da Bacia de Campos, Bacia de Santos, e da Bolívia.

Em 2005, a Comgás atendia a duas termelétricas e a treze projetos de co-geração. Para 2006, foram firmados oito novos contratos de adoção do gás natural em projetos de co-geração. O setor deve crescer significativamente nos próximos anos, e a expectativa é que, a médio prazo, o mercado de geração e co-geração venha a se tornar um dos principais negócios da Comgás.


Fonte: http://www.comgas.com.br/conheca_gasnatural/conheca/geracao.asp


COMENTÁRIO:

Essa reportagem é sobre a geração e co-geração de energia com gás natural.
A co-geração é o processo que permite a produção simultânea de energia elétrica, térmica (vapor e água quente), a partir de uma única fonte de combustível – o gás natural. A co-geração possibilita melhor aproveitamento do gás, com mais eficiência e custos atrativos para o usuário.
Essa forma de gerar energia é muito boa para o ambiente, pois é fonte única para gerar eletrecidade e vapor, sua qualidade é maior, pois reduz os riscos de blecaute, e tem melhor aproveitamento, com ciclos de rendimento de até 85%.

Siemens participa de projeto inédito para geração de energia a partir da célula de combustível

Um projeto inédito no mundo combina uma célula combustível a óxido sólido da Siemens com uma microturbina da Ingersoll Rand, primeira usina híbrida a fazer o teste para fornecer energia à base da nova combinação.

A célula combustível e a turbina a gás já estão gerando 190 kW, suficientes para o abastecimento de 200 residências. Essa nova tecnologia tem potencial para a paisagem da indústria elétrica do grupo.


A principal novidade é que o sistema opera com base num processo eletroquímico em vez de combustão, fazendo com que não produza nenhum dos poluentes comumente emitidos pelas termelétricas convencionais. As emissões são basicamente vapor de água e quantidades mínimas de óxido de nitrogênio.

Fonte: http://www.siemens.com.br/templates/coluna1.aspx?channel=4824
 
COMENTÁRIO:
 
Essa reportagem fala sobre um projeto de gerar energia através da combinação célula combustível a óxido sólido com a primeira turbina a fazer o teste para fornecer energia à base dessa combinaçao.
O principal desse projeto é que não são produzidos nenhum dos poluentes comumente emitidos pelas termelétricas convencionais, pois o sistema opera com base num processo eletroquímico em vez de combustão. Isso é muito importante, pois é uma forma de gerar energia sem poluir o meio ambiente.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Petrobrás e ANP brigam no pré-sal

A Petrobrás e a Agência Nacional do Petróleo (ANP) travam uma guerra de bastidores em relação à participação da indústria nacional na exploração das reservas de petróleo que serão repassadas pela União à estatal.
A empresa, principal instrumento do governo na política de fortalecimento da indústria nacional de fornecedores, está pressionando pela redução de 65% para 35% na média de contratação local de equipamentos, segundo fontes do setor.
O argumento, ainda segundo essas fontes, é que a Petrobrás precisa fazer caixa rápido para levar adiante os investimentos no pré-sal. "Isso é inadmissível. Toda a questão central do governo Lula está fundamentada nesse aumento do porcentual do conteúdo nacional. Como é que agora isso mudaria dessa maneira?", criticou o diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Haroldo Lima.
Segundo ele, "a Petrobrás pode até apresentar sua reivindicação", mas a ANP estaria disposta a negociar apenas em parte. "Na média da participação da indústria nacional não se mexe. O que dá para ser feito é reduzir o conteúdo nacional na fase exploratória, mas aumentar o porcentual na fase de desenvolvimento, como compensação para a indústria local."
A cessão onerosa prevê a transferência à empresa, sem licitação, de 5 bilhões de barris de petróleo, em área que está sendo definida pela ANP na Bacia de Santos. A Petrobrás dispõe hoje de 14 bilhões de reservas provadas, fora os cerca de 14 bilhões que devem ser acrescentados com as descobertas no pré-sal.

domingo, 1 de agosto de 2010

Proinfa incentiva fontes alternativas de energia

O consumo crescente e o impacto ambiental e social causados pelas fontes de energias tradicionais levam governo e sociedade a pensar em novas alternativas para geração de energia elétrica. Segundo dados do Balanço Energético Nacional, mais de 40% da matriz energética do Brasil é renovável, enquanto a média mundial não chega a 14%. No entanto, 90% da energia elétrica do país é gerada em grandes usinas hidrelétricas, o que provoca grande impacto ambiental, tais como o alagamento dessas áreas e a conseqüente perda da biodiversidade local. Os problemas sociais não são menores com a remoção de famílias das áreas. Quase um milhão de pessoas já foram expulsas de suas terras.

Diante desse cenário, as fontes alternativas de energia como eólica, solar e biomassa são vistas com bons olhos. Além de causarem impactos substancialmente menores, ainda evitam a emissão de toneladas de gás carbônico na atmosfera. O debate sobre os impactos causados pela dependência de combustíveis fósseis contribui para o interesse mundial por soluções sustentáveis por meio da geração de energia oriunda de fontes limpas e renováveis.

Para incentivar a utilização de fontes alternativas de energia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, em março deste ano, a Lei 10762 de 11 de novembro de 2003, que criou o Programa de Incentivos às Fontes Alternativas de Energia Elétrica, o Proinfa. O objetivo principal do Programa é financiar, com suporte do BNDES, projetos de geração de energias a partir dos ventos (eólica), pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e bagaço da cana, casca de arroz, cavaco de madeira e biogás de lixo (biomassa).

Informações disponibilizadas pelo Ministério de Minas e Energia indicam que o desenvolvimento dessas fontes inicia uma nova etapa no país. A iniciativa de caráter estrutural vai promover ganhos de escala, aprendizagem tecnológica, competitividade industrial e, sobretudo, “a identificação e a apropriação dos benefícios técnicos, ambientais e socioeconômicos na definição da competitividade econômico-energética de projetos de geração de fontes alternativas”.

Fonte: http://www.comciencia.br/reportagens/2004/12/12.shtml

COMENTÁRIO:

Com um grande crescimento na energia eólica, faz que muitas pessoas sejam expulsas de sua terra, assim faz com que governo e sociedade pensem em fontes alternativas de energia.
Para incentivar a utilização de fontes alternativas de energia, o Presidente Lula sancionou a Lei 10762, que criou o Proinfa. O programa tem como objetivo principal financiar, com suporte do BNDES, projetos de energia eólica (a partir dos ventos), pequenas centrais hidrelétricas, casca de arroz e biomassa (biogás de lixo).

domingo, 25 de julho de 2010

Lixo vira combustível na Califórnia

Usinas utilizam gás metano de aterro sanitário para produzir energia

O combustível vem do lixo que os moradores e empresas de Oakland e San Francisco descarregam no aterro sanitário de Altamont desde 1980. Desde novembro, o gás metano criado a partir dos detritos em decomposição no aterro de 96 hectares é aspirado, entra numa tubulação e é enviado para uma usina que vai purificar e transformar o material em gás natural liquefeito.
Os cerca de 500 caminhões de lixo e de reciclagem da Waste Management Incorporated percorrem a cidade usando essa nova fonte de combustível, favorável ao meio ambiente, no lugar do diesel.
Num Estado que aprovou as mais rigorosas metas de redução de gases com efeito estufa nos Estados Unidos, os benefícios para o clima proporcionados por essa usina são duplos: o metano do lixo é capturado antes de entrar no ambiente e o uso do combustível produz menos dióxido de carbono do que a gasolina convencional.
"Criamos a maior usina de gás liquefeito a partir do lixo no mundo; a usina produz 13 mil galões (49,4 mil litros) por dia de gás natural liquefeito", disse Jessica Jones, gerente do aterro da Waste Management, com sede em Houston. "E vai tirar 30 mil toneladas por ano de CO2 do meio ambiente." Altamont é um dos dois aterros da Califórnia produzindo gás natural liquefeito. O outro é uma usina menor, a cerca de 65 quilômetros ao sul de Los Angeles. Outras usinas de produção de gás natural estão sendo projetadas pela Waste Management em alguns dos 270 aterros sanitários em atividade no país, e esse número pode crescer rapidamente à medida que as comunidades procuram reduzir a poluição provocada por gases com efeito estufa.

Em 2009, a Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês) estimou em 517 os projetos de energia obtida do lixo nos cerca de 1,8 mil aterros municipais em operação - quase 50% a mais em relação a 2000, e 28% em relação a 2004.

Os aterros sanitários estão repletos de ingredientes para produção do gás metano. As bactérias decompõem os restos de comida, aparas de papel, grama e outros tipos de lixo orgânico depositados ali.
Com o tempo, o material fermenta, liberando o gás metano e outros gases. Cerca de 50% do gás produzido nos aterros é metano. Ele é 21 vezes mais eficaz do que o CO2 na captura do calor na atmosfera, segundo a EPA.
"O metano é o segundo gás de efeito estufa mais importante depois do dióxido de carbono", afirma Tom Frankiewicz, diretor do Landfill Methane Outreach Program, da Agência de Proteção Ambiental.
Em Altamont, gaivotas voam sobre o complexo, instalado em meio às montanhas verdes e às fazendas eólicas do passo de Altamont, que fica a 80 quilômetros a leste de San Francisco. Na usina, há mais de 100 poços com tubos escuros que aspiram o metano da montanha de lixo.

Depois, o gás natural liquefeito é bombeado para os caminhões de reciclagem de lixo numa central de abastecimento da companhia em Oakland, enquanto que os veículos em outras partes da Califórnia se abastecem em postos especialmente equipados.

A ideia de transformar o lixo em energia limpa não é nova - em Altamont existe uma usina elétrica movida a gás metano desde 1989 que fornece energia para oito mil casas diariamente. Centenas de outros aterros sanitários nos Estados Unidos também usam o metano capturado do lixo em decomposição para projetos de eletricidade.

Em 2005, os projetos de eletricidade com gás metano obtido nos aterros constituíam 10,8% da produção de energia renovável do país, não incluindo a energia produzida pelas usinas hidrelétricas, de acordo com a EPA.

Data de publicação: 16/01/2010

Fonte: http://www.gasnet.com.br/conteudos.asp?cod=8160&tipo=Artigos&categoria=7

COMENTÁRIO:

Essa reportagem fala sobre a utilização do lixo para produzir energia limpa. Com essa idéia, é retirada do meio ambiente uma quantidade significativa de CO2 (dióxido de carbono) e de gás metano, dois poluentes causadores do efeito estufa, que são utilizados, então, para gerar combustível. Com isso, reutiliza-se o lixo de uma maneira ecologicamente correta, utilizando esse gás natural liquefeito em caminhões de lixo e de reciclagem no lugar do diesel, assim favorecendo o meio ambiente.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Parque Eólico de Osório - Projeto


Os Parques Eólicos de Osório formam o maior complexo gerador de energia a partir do vento da América Latina e estão localizados no município de Osório, no Estado do Rio Grande do Sul, Brasil. O empreendimento tem uma potência instalada de 150 megawatts. São 75 aerogeradores, de 2 megawatts cada, instalada no alto de torres de concreto com 100 metros de altura. Tais estruturas estão distribuídas igualmente ao longo dos três parques que integram o projeto: Osório, Sangradouro e Índios. Desenvolvido pelo Ventos do Sul, o complexo tem como sócia-majoritária a Enerfin Enervento, controlada pelo grupo Espanhol Elecnor.

Alta tecnologia e pioneirismo são as principais marcas deste projeto, que visa a produzir energia limpa, sem emissões de dióxido de carbono (CO2)  – um dos gases responsáveis pelo efeito estufa. Mas a preservação da fauna e flora onde os parques estão instalados e a manutenção das atividades produtivas na região também são características importantes do empreendimento.

O ineditismo, as dimensões inusitadas e a tecnologia de última geração do complexo o levaram a receber o prêmio de melhor “Project Finance” da América Latina no segmento de energias renováveis da Revista Euromoney, em março de 2006.



Fonte: http://www.ventosdosulenergia.com.br/

domingo, 9 de maio de 2010

Energia eólica cresce no Sul e deve gerar até 220 megawatts

O Rio Grande do Sul vai acrescentar, até o fim de 2008, mais 70 megawatts de capacidade instalada para a exploração de energia eólica, proveniente da construção de um novo parque no litoral gaúcho, na cidade de Tramandaí.


O projeto, feito em uma joint venture da empresa Elebrás com a alemã InnoVent, terá um investimento estimado em R$ 350 milhões e se soma aos outros 150 MW de capacidade instalada que a Ventos do Sul já possui em Osório, totalizando a capacidade regional de energia eólica de 220 MW. Pelos cálculos dos técnicos, esse total é suficiente para iluminar Porto Alegre, a capital do estado, por nove meses.

De acordo com o diretor da Elebrás, Roberto Jardim, a empresa tem ainda projetos voltados à geração de outros 462 MW na construção de outros parques eólicos nas cidades de Santa Vitória do Palmar, Rio Grande e Palmares do Sul, que aguardam a ocorrência de novos leilões do Proinfa.

Outras cidades também estão no alvo de possíveis projetos voltados à area, de acordo com um levantamento que resultou na confecção do Atlas Eólico do Rio Grande do Sul, concebido pelo governo do estado em 2002.

De acordo com Edmundo Fernandes Silva, da Secretaria Estadual de Infra-Estrutura e Logística, essas regiões recebem ventos com velocidade média de 48 quilômetros por hora.

"O Rio Grande do Sul é o estado que tem o maior potencial eólico do País", afirma Silva. "Para executar projetos que explorem os potenciais eólicos seria necessário um investimento de cerca de R$ 20 bilhões. Tentamos a inclusão no PAC, mas não conseguimos", diz.

Silva aponta que, atualmente, o incentivo governamental se dá no financiamento de parte do custo do quilowatt-hora (kWh) produzido nos parques eólicos pelos geradores. Segundo ele, o custo real de implantação dos aerogeradores, como os 75 existentes em Osório, equivale a cerca de R$ 210,00 o kWh, ao passo que as empresas geradoras tiveram um preço em leilão estipulado em torno de R$ 140,00 o kWh, que foi o incentivo de instalação dado pelo Proinfa.

"Para que haja outros leilões e incentivos é necessária a diminuição dessa diferença de preços, através, por exemplo, do barateamento da fabricação de aerogeradores ou da diminuição das taxas alfandegárias para a importação de equipamentos", analisa.

Centros especializados

Uma das iniciativas desenvolvidas para mudar o panorama tecnológico da energia eólica é a criação de centros de pesquisa voltados à área, como o Centro de Energia Eólica da PUC-RS, inaugurado em outubro.

"Não existe uma política industrial que acompanhe tecnologicamente o crescimento desse mercado e que esteja totalmente ligada à cadeia produtiva do setor eólico", diz o professor Jorge Antônio Villar Allé, coordenador do centro que, com o aporte de R$ 2,5 milhões, dos quais R$ 800 mil vieram sob a forma de equipamentos cedidos pela Eletrobrás, está voltado a projetos e estudos.

De acordo com Allé, existe também uma carência por máquinas de pequeno porte que podem ter uso em propriedades particulares que necessitem produzir energia para consumo próprio.

"Atualmente, os fabricantes brasileiros desse equipamento ainda não têm recursos para produzir máquinas competitivas", diz. Para isso, o centro está realizando estudos da construção de turbinas eólicas responsáveis pela geração de energia aproveitando a altura de prédios urbanos, como o projeto desenvolvido para a Auxiliadora Predial, empresa do ramo imobiliário.

Entre outras instituições que já realizaram parcerias de pesquisa com o núcleo universitário, estão empresas como a CEEE, uma das três concessionárias de energia elétrica que operam no Rio Grande do Sul, além da Eletrobrás, Enersud, a prefeitura da cidade de Ijuí, no noroeste gaúcho e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia.

Paulo Blessmann, chefe da Divisão de Projetos Especiais do grupo CEEE, considera que "a atuação de produtores independentes poderia alavancar a instalação de parques eólicos".

Fonte: http://www.sunnet.com.br/home/Noticias/Energia-eolica-cresce-no-Sul.html

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Brasil contará neste ano com novo parque de energia eólica

Brasil contará no fim deste ano com um novo parque de energia eólica, que terá capacidade instalada de 70 megawatts e uma produção anual calculada de 211.437 megawatts hora, informaram os responsáveis pelo projeto, dia 24/03/2010.
O Parque Eólico de Tramandaí, o terceiro em produção do país, consolidará o Brasil como líder na produção desse tipo de energia na América Latina, de acordo com a apresentação realizada pela multinacional portuguesa EDP Renováveis, responsável pela construção do projeto.
A instalação, que recebeu um investimento de 100 milhões de euros (U$$ 133,4 milhões), terá 31 aerogeradores, cada um com capacidade para produzir entre 1,9 e 2,3 megawatts, de acordo com as fontes.
No total, a energia gerada pelo vento representará 2% da atual demanda energética do estado do Rio Grande do Sul e será capaz de abastecer uma cidade de 200 mil habitantes.
"A energia eólica tem um papel crescente e fundamental no abastecimento energético mundial. O Brasil está seguindo de forma determinada essa tendência", ressaltou o presidente de EDP Brasil, Antônio Pita de Abreu, durante a cerimônia de colocação da pedra inaugural das obras na cidade litoral de Tramandaí.
Para o presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), Lauro Fiuza Júnior, o Brasil deveria investir cada vez mais em fontes renováveis de energia, apesar dos custos característicos do mercado brasileiro que dificultam os investimentos.
"Há fatores que aumentam os custos de investimentos, como equipes, estradas, impostos e licenças ambientais", explicou Fiuza Júnior, quem comparou a situação brasileira com a dos Estados Unidos, onde a geração de energia eólica é 40% mais barata.
A governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius elogiou "a iniciativa (do Brasil) para produzir energia a partir do vento".
Para Ana Maria Fernandes, presidente da matriz de EDP Renováveis, o projeto representará um grande benefício para o país, mas requer "muito conhecimento" na área para ser implantado.

Fonte: http://gazetaonline.globo.com/


Postado por: Trovões

terça-feira, 13 de abril de 2010

Produção de energia eólica dobrará no Rio Grande do Sul

O Rio Grande do Sul vai dobrar a capacidade de gerar energia a partir dos ventos, agregando 186 megawatts (MW) aos atuais 150 MW.
As cidades de Osório, Palmares do Sul e Santana do Livramento devem receber investimentos estimados em R$ 1,6 bilhão até 2012 - resultado do leilão de energia eólica realizado em São Paulo.
- Mais do que dobramos o que o Estado tem hoje, é um resultado razoável. Isso pode estimar mais a indústria de base - comentou o secretário de Infraestrutura, Daniel Andrade, que negocia a implantação no Estado de fabricantes de componentes para o segmento.
Presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, que participa em Copenhague da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, comemorou:
- O resultado mostra que a diferença de preço entre as fontes eólica e térmica vem se aproximando e hoje é pequena.
A retração dos demais projetos gaúchos - eram 67 ao total -, assim como de outros Estados, ocorreu devido à queda vertiginosa dos preços de venda, a partir de um preço máximo considerado já muito baixo.

Publicado em 15/12/2009

Fonte: http://www.clicrbs.com.br/


Postado por: Trovões

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Três novos parques eólicos para o Rio Grande do Sul

 

O deputado federal Afonso Hamm (PP-RS) esteve reunido ontem com o diretor para Desenvolvimento do Grupo Fortuny, da Espanha, Fernando Schwartz Llobera. O encontro aconteceu na Embaixada do Rio Grande do Sul. Durante a reunião, também estava presente o advogado Antonio Zuheir Badra, de Santana do Livramento.


Llobera apresentou ao deputado projeto de construção de três Parques Eólicos no Rio Grande do Sul, localizados nos municípios de Jaguarão, Santana do Livramento e Piratini. Na companhia da governadora do Estado, Yeda Crusius, a representação do Grupo esteve reunida no mesmo dia em Brasília com o Ministro de Minas e Energia, Edison Lobão.


O grupo espanhol tem como objetivo investir em cerca de US$ 800 milhões em parques eólicos no Brasil. No Rio Grande do Sul serão três Parques Eólicos, em Jaguarão, Santana do Livramento e Piratini. Juntos, os três parques teriam capacidade de geração de até 223 megawattes (cerca de 6% da demanda média de energia do Rio Grande do Sul) para serem inseridos no sistema elétrico nacional como energia complementar. O investimento inicial no Estado gaúcho é estimado em US$ 500 milhões e com a possibilidade de aporte de mais de US$ 200 milhões ao longo de 20 anos. As obras deverão começar em 2010, com previsão de término para o ano seguinte. A construção dos parques deverá gerar cerca de três mil empregos diretos e indiretos.


MARCO REGULATÓRIO

Llobera comenta que ainda falta um marco regulatório nacional para a viabilização econômica dos projetos, com a realização de um leilão exclusivo para a fonte eólica a preços atrativos, o que será pleiteado junto ao ministro de Minas e Energia. Por se tratar de uma energia mais cara que a hídrica, os leilões deixam de ter sucesso devido à falta de compradores interessados. Ele comenta que durante a reunião foi proposta a criação de uma comissão de apoio para obtenção desse marco. O grupo, que terá a participação do governo, secretários, ministro e parlamentares, é para verificar qual a política de energia eólica a ser implantada. Na próxima semana deverá ocorrer uma nova reunião para propor a criação da comissão que terá como foco inicial estabelecer o marco regulatório e conseguir a realização de leilões. A venda da energia a ser gerada deve ser efetivada através da disputa em leilões, que são previstos no modelo do setor elétrico nacional.

O diretor informa que está previsto para meados de junho ou julho um novo leilão para fontes alternativas. Portanto, acredita na necessidade do governo federal realizar ainda este ano um leilão específico para energia eólica.


POTENCIAL
O Estado do Rio Grande do Sul irá pleitear junto a Brasília um leilão direcionado para a energia gerada a partir do vento, pressão que também está sendo exercida pela Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEE).


Atualmente, o Ministério de Minas e Energia sinaliza que as fontes alternativas terão que disputar leilões para vender suas gerações. No entanto, o diretor diz que a eólica não tem condições de disputar com a biomassa e com as pequenas centrais hidrelétricas, ela será competitiva em um leilão exclusivo para a fonte eólica.


Na avaliação do deputado Afonso Hamm, esse assunto deve ser tratado com muita seriedade, tendo em vista que o Rio Grande do Sul tem alto potencial para o desenvolvimento da energia eólica. Hamm comenta que a implantação dos Parques irá gerar mais renda e empregos na região a ser favorecida que é deprimida economicamente. O parlamentar salienta que os novos empreendimentos se traduzem em um novo potencial de desenvolvimento para a Metade Sul do Estado e a fronteira.

Fonte: http://www.agenda2020.org.br/integra-noticia.php?id=643
 

segunda-feira, 29 de março de 2010

Curiosidades sobre Raios, Relâmpagos e Trovões

• Durante o curto lapso de tempo de duração do relâmpago, descem da nuvem para a Terra cerca de 100 quintilhões de elétrons (1020). Se pudéssemos dispor da potência elétrica gerada por esses elétrons, produziríamos grande quantidade de energia.
• O campo elétrico da Terra é de 120 volts por metro, apontado para baixo. Se considerarmos o planeta como um condutor esférico, a carga que ela poderia acumular vale, em módulo, quase 600.000 Coulomb.
• Quando uma descarga de retorno acontece, são transferidos ao solo quase 10 Coulomb em milionésimos de segundo. A corrente ali varia de 30 a 40 mil Ampére. Numa tomada residencial, por exemplo, a corrente nem chega a 1 Ampére.
• As nuvens cumulonimbus podem cobrir regiões inteiras. Seu diâmetro varia entre 10 e 20 km, mesmo valor de sua altura em relação ao solo. Duração: 30 a 90 minutos. Velocidade: 40 a 50 Km/h. Número de tempestades por dia: 2000 (16 milhões por ano).
• Uma simples descarga transfere em torno de 200 Coulomb de eletricidade (sendo um Coulomb a quantidade de eletricidade consumida por 1 Ampére de corrente em 1s).
• Um raio de 200 Coulomb possui um bilhão de volts, dura 200 µs e produz 1.000 bilhão de kwforça.

Fonte: http://www.portal.ufpa.br/
http://www.para-raio.com.br/


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Rio Grande do Sul abrigará 3º maior complexo eólico da América Latina

O Rio Grande do Sul contará até o fim de 2010 com o terceiro maior complexo de energia eólica da América Latina, o Parque Eólico de Tramandaí, com capacidade para 70 MW e produção estimada de 211.437 MWh anuais, informaram fontes da multinacional portuguesa EDP Renováveis, responsável pela construção do projeto.
O Parque de Tramandaí, que recebeu um investimento de 100 milhões de euros, terá 31 aerogeradores, cada qual com capacidade de geração entre 1,9 MW e 2,3 MW.
No total, a energia dos ventos representará 2% da atual demanda energética do Rio Grande do Sul, e seria capaz de abastecer uma cidade de 200 mil habitantes.
“A energia eólica tem um papel crescente e fundamental no suprimento energético mundial. O Brasil está seguindo de forma determinada essa tendência”, ressaltou o presidente da EDP Brasil, Antônio Pita de Abreu, na cerimônia de lançamento da pedra fundamental do parque, realizada no dia 24 de março de 2010 na cidade de Tramandaí, no litoral gaúcho.
A governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, que estava presente na cerimônia, elogiou o projeto eólico, defendendo “o direito (do Brasil) de fazer energia a partir do vento”.
Para Ana Maria Fernandes, presidente da EDP Renováveis, sediada em Portugal, o projeto representará um grande benefício para o país, mas requer “muito conhecimento” para ser implementado.
O Parque Eólico de Tramandaí levou dois anos para conseguir a licença ambiental da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam). Ele será o terceiro maior da América Latina, atrás apenas do complexo de Osório, também no Rio Grande do Sul, e do parque de Camocim, no Ceará.

Fonte: http://g1.globo.com/


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