domingo, 19 de setembro de 2010

Geração e co-geração de energia com gás natural


O gás natural é uma alternativa para a produção de eletricidade, seja em usinas termelétricas ou através de plantas de co-geração.

A construção de uma termelétrica é mais rápida que a de uma hidrelétrica; os custos, assim como os riscos, são menores, pois a obra é mais simples e não envolve a remoção de povoados, fauna, flora, como acontece com freqüência no caso de alagamento de áreas para o enchimento de reservatórios de hidrelétricas.

Além disso, as usinas termelétricas podem ser construídas próximas da fonte consumidora de energia, evitando perdas na transmissão da eletricidade.

No Brasil, o gás natural começa a ganhar espaço na matriz energética. O governo federal tem como meta elevar a participação do gás natural de 8,9% (em 2005) para 15% em 2015 (fonte: Petrobras). A Comgás distribui o gás vindo da Bacia de Campos, Bacia de Santos, e da Bolívia.

Em 2005, a Comgás atendia a duas termelétricas e a treze projetos de co-geração. Para 2006, foram firmados oito novos contratos de adoção do gás natural em projetos de co-geração. O setor deve crescer significativamente nos próximos anos, e a expectativa é que, a médio prazo, o mercado de geração e co-geração venha a se tornar um dos principais negócios da Comgás.


Fonte: http://www.comgas.com.br/conheca_gasnatural/conheca/geracao.asp


COMENTÁRIO:

Essa reportagem é sobre a geração e co-geração de energia com gás natural.
A co-geração é o processo que permite a produção simultânea de energia elétrica, térmica (vapor e água quente), a partir de uma única fonte de combustível – o gás natural. A co-geração possibilita melhor aproveitamento do gás, com mais eficiência e custos atrativos para o usuário.
Essa forma de gerar energia é muito boa para o ambiente, pois é fonte única para gerar eletrecidade e vapor, sua qualidade é maior, pois reduz os riscos de blecaute, e tem melhor aproveitamento, com ciclos de rendimento de até 85%.

Siemens participa de projeto inédito para geração de energia a partir da célula de combustível

Um projeto inédito no mundo combina uma célula combustível a óxido sólido da Siemens com uma microturbina da Ingersoll Rand, primeira usina híbrida a fazer o teste para fornecer energia à base da nova combinação.

A célula combustível e a turbina a gás já estão gerando 190 kW, suficientes para o abastecimento de 200 residências. Essa nova tecnologia tem potencial para a paisagem da indústria elétrica do grupo.


A principal novidade é que o sistema opera com base num processo eletroquímico em vez de combustão, fazendo com que não produza nenhum dos poluentes comumente emitidos pelas termelétricas convencionais. As emissões são basicamente vapor de água e quantidades mínimas de óxido de nitrogênio.

Fonte: http://www.siemens.com.br/templates/coluna1.aspx?channel=4824
 
COMENTÁRIO:
 
Essa reportagem fala sobre um projeto de gerar energia através da combinação célula combustível a óxido sólido com a primeira turbina a fazer o teste para fornecer energia à base dessa combinaçao.
O principal desse projeto é que não são produzidos nenhum dos poluentes comumente emitidos pelas termelétricas convencionais, pois o sistema opera com base num processo eletroquímico em vez de combustão. Isso é muito importante, pois é uma forma de gerar energia sem poluir o meio ambiente.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Pesquisa da Unicamp sugere coleta de energia do ar

Pesquisadores da Universidade de Campinas (Unicamp) dizem ter encontrado um mecanismo para coletar energia elétrica do ar úmido.

O coordenador do estudo, Fernando Galembeck, apresentou a descoberta em uma reunião da Sociedade Americana de Química, em Boston.

Segundo ele, a técnica explora um efeito atmosférico pouco conhecido.

O cientista brasileiro diz que metais poderiam ser usados para captar a energia, abrindo caminho para uma potencial fonte de energia em climas úmidos.

Outros cientistas, porém, discordam sobre o mecanismo e sobre a escala do efeito relatado por Galembeck.
Circuito
"A ideia básica é que quando você tem qualquer sólido ou líquido em um ambiente úmido, você tem a absorção de água na superfície", disse Galembeck à BBC.

"O trabalho que estou apresentando mostra como metais colocados sob um ambiente úmido se tornam carregados (de energia)", afirmou.

Galembeck e seus colegas de pesquisa isolaram vários metais e pares de metais separados por um material não condutor de eletricidade e permitiram que nitrogêneo gasoso com diferentes quantidades de vapor de água passassem por eles.

O que a equipe descobriu é que os metais acumularam carga elétrica - em variadas quantidades, com carga positiva ou negativa. Os metais poderiam ser ligados periodicamente a um circuito para criar eletricidade que pudesse ser utilizada.

O efeito é muito pequeno - coletando uma quantidade de eletricidade equivalente a 0,000001% da produzida em uma mesma área por uma célula de energia solar -, mas parece representar uma forma de acumulação de carga que até agora era ignorada.

Galembeck sugere que com mais desenvolvimento, o princípio poderia ser estendido para se tornar uma fonte de energia renovável em áreas úmidas do planeta, como os trópicos.

Comentário :  Se for realmente possivel coletar energia elétirca a partir do ar, deve-se investir pesado nesse modo de produção. Primeiro, porque não polui, e essa energia deve ser coletada nas áreas úmidas do planeta. Toda forma de energia renovável e não poluente recebe prioridade nos dias atuais, devido a toda a situação climática do planeta que já existe a muito tempo mas que só na última década parece ter realmente entrado em debate. A principio a ideia é bem simples, mas alguns cientistas não acreditam na viabilidade da obra.

Fonte: G1


Grupo : Liverpool.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

A polêmica de Belo Monte

A polêmica em torno da construção da usina de Belo Monte na Bacia do Rio Xingu, em sua parte paraense, já dura mais de 20 anos. Entre muitas idas e vindas, a hidrelétrica de Belo Monte, hoje considerada a maior obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal, vem sendo alvo de intensos debates na região, desde 2009, quando foi apresentado o novo Estudo de Impacto Ambiental (EIA) intensificando-se a partir de fevereiro de 2010, quando o MMA concedeu a licença ambiental prévia para sua construção

O s movimentos sociais e as lideranças indígenas da região são contrários à obra porque consideram que os impactos socioambientais não estão suficientemente dimensionados. Em outubro de 2009, por exemplo, um painel de especialistas debruçou-se sobre o EIA e questionou os estudos e a viabilidade do empreendimento. Um mês antes, em setembro, diversas audiências públicas haviam sido realizadas sob uma saraivada de críticas, especialmente do Ministério Público Estadual, seguido pelos movimentos sociais, que apontava problemas em sua forma de realização.
Ainda em outubro, a Funai liberou a obra sem saber exatamente que impactos causaria sobre os índios e lideranças indígenas kayapó enviaram carta ao Presidente Lula na qual diziam que caso a obra fosse iniciada haveria guerra. Para culminar, em fevereiro de 2010, o Ministério do Meio Ambiente concedeu a licença ambiental, também sem esclarecer questões centrais em relação aos impactos socioambientais.

Empossado na presidência da Eletrobrás, em janeiro de 2003, o físico Luiz Pinguelli Rosa, declarou à imprensa que o projeto de construção de Belo Monte seria discutido e opções de desenvolvimento econômico e social para o entorno da barragem estariam na pauta, assim como a possibilidade de reduzir a potência instalada, prevista em 11 mil megawatts (MW) no projeto original.

A persistência governamental em construir Belo Monte está baseada numa sólida estratégia de argumentos dentro da lógica e vantagens comparativas da matriz energética brasileira. Os rios da margem direita do Amazonas têm declividades propícias à geração de energia, e o Xingu se destaca, também pela sua posição em relação às frentes de expansão econômica (predatória) da região central do país. O desenho de Belo Monte foi revisto e os impactos reduzidos em relação à proposta da década de 80. O lago, por exemplo, inicialmente previsto para ter 1.200 km2, foi reduzido, depois do encontro, para 400 km2. Os socioambientalistas, entretanto, estão convencidos de que além dos impactos diretos e indiretos, Belo Monte é um cavalo de tróia, porque outras barragens virão depois, modificando totalmente e para pior a vida na região.



Comentário: A construção dessa mega usina hidrelétrica colocaria o Brasil entre os grandes na produção mundial de energia, mas causaria um grande impacto a toda a cultura dos índios, que será des e ao meio ambiente. Vai transformar totalmente uma região florestal em indústria de geração de energia, com a promessa de energia limpa e barata a mais brasileiros. Até que ponto essa energia é realmente limpa? 
Depois de construída, com certeza não gera emissão alguma de gases poluentes ao meio ambiente, mas até ser construída, ela transfigura todo um ecossistema de fauna à flora.



Fonte: http://www.socioambiental.org/esp/bm/index.asp
 
 
Grupo: BAZZINGA

VENTO PODE GERAR 30% DA ELETRICIDADE EM 2030,

A energia eólica pode responder por quase 30% da eletricidade mundial em 2030 e está crescendo mais rápido do que qualquer outra fonte de energia limpa, de acordo com o grupo ambiental Greenpeace e uma associação setorial de energia eólica.

As duas organizações alegam que a energia eólica, hoje responsável por 0,8% da eletricidade mundial, está se expandindo mais rápido do que outras fontes renováveis tais como a energia solar, a geotérmica ou a das marés, em um período de diminuição do uso dos combustíveis fósseis.

"A energia eólica pode atender a até 29% das necessidades mundiais de energia em 2030, se houver vontade política para promover seu desenvolvimento em larga escala, acoplado a medidas abrangentes de promoção da eficiência energética", afirmou o relatório.


Comentário: Muitos países estão à procura de fontes de energia não poluentes, devido aos preços elevados do petróleo e às preocupações sobre o aquecimento global, fenômeno atribuído em larga medida à queima de combustíveis fósseis em usinas de energia, fábricas e veículos. A Energia Eólica é uma dessas saídas, e vem crescendo e ganhando espaço rapidamente .

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,AA1279726-9356,00-VENTO+PODE+GERAR+DA+ELETRICIDADE+EM+DIZ+ESTUDO.html


grupo: BAZZINGA

sábado, 4 de setembro de 2010

Guia prático para farmácias



A Johnson & Johnson lança, em março, o primeiro volume de um guia prático que auxiliará as farmácias brasileiras a se tornarem estabelecimentos mais sustentáveis. A elaboração do guia faz parte do projeto Farmácia Sustentável desenvolvido pela Johnson & Johnson Brasil, em parceria com a distribuidora Santa Cruz. Qualquer farmácia independente atendida pela distribuidora poderá adquirir seu guia sem custo.
Ao todo, 32 mil farmácias receberão mensalmente um fascículo durante dez meses. O guia completo trará informações importantes sobre o descarte de lixo farmacêutico e de medicamentos vencidos, como economizar energia,  água e sacolas plásticas, entre outros assuntos.
O guia é todo produzido em papel e papelão reciclados e não terá qualquer custo para o dono da farmácia.

Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/nossomundosustentavel
/postado por  Mariana Müller, às 18:51 de Fevereiro

Comentário:
 Isso é ótimo, por que as irregularidades que algumas farmácias cometem trazem doenças, gasto de material orgânico ou desperdício mesmo. É bom ver que cada vez mais locais que antes pareciam incomuns para se desenvolver soluções ecológicas, estejam cada vez mais envolvidos nesse assunto!

Postado por: Layla

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Energia Geotermica- Calor da terra!

A energia geotérmica provém do calor da Terra, e é um recurso que pode ser aproveitado em locais com atividade vulcânica…

… onde existam águas ou rochas a temperatura elevada, e em zonas onde seja possível atingir estratos magmáticos.
A produção de eletricidade, é feita através de uma turbina movida a vapor de água, que é produzido pelo aquecimento do interior da terra. Este potencial é usado para produção de energia elétrica, utilizando centrais de turbinas a vapor, e como fonte de calor em estufas ou em bombas de calor, para aquecimento ou arrefecimento de edifícios.
A produção de energia elétrica a partir desta fonte, não produz gases responsáveis pelo efeito estufa, e envolve três tipos de tecnologias consoante as características dos recursos (função da temperatura e da pressão).
Os Estados Unidos é o país onde esta energia geotérmica é mais utilizada. Em Portugal, existem várias unidades de produção de eletricidade instaladas nos Açores, e conhecem-se utilizações directas em Lisboa e S. Pedro do Sul.

Fonte: http://www.portal-energia.com/energia-geotermica-calor-da-terra/

Comentário:
As atividades vulcanicas estao sendo muito utilizadas para gerar energia eletrica ,quem imaginou que essas atividades vulcaicas pudessem ser aproveitadas para energia eletrica? ! Pois é, a  energia é feita pelo aquecimento do interior  da terra para que a turbina com agua vire vapor , criando a energia eletrica.
Uma fonte que tras menos poluiçao para o planeta, pois é o proprio solo que oferece o aquecimento para a agua virar vapor sem precisar de queima de elementos que transmitem  CO2 o que prejudica na fotossintese; entao a geotermica é uma fonte de energia rara, porém eficaz, pois sempre a atividade vulcanica esta em funcionamento.
Por enquanto esta fonte de energia está em apenas alguns países, mas eu acho que um dia especialistas vao descobrir meios para utiliza-la em outros países.

GRUPO: H2OH!