quarta-feira, 5 de maio de 2010

Construção de uma turbina.

A maioria das pessoas têm a noção que vivem em locais ventosos, no entanto a maior parte das áreas residências não são adequadas para a produção de energia a partir do vento. As árvores e os edifícios diminuem a velocidade do vento, criam zonas de turbulência que podem ser destrutivas. É fundamental que a zona de incidência se encontre desobstruída.



Os locais abertos ou zonas junto ao litoral podem ser apropriados para colocar as turbinas. Uma torre alta pode ser útil e aumentar a rentabilidade da instalação, não esquecer que a turbina pode ter alguns efeitos nas áreas circundantes, os seus vizinhos podem não partilhar o seu entusiasmo, mas pode partilhar com eles a energia produzida e o trabalho de colocação, certamente os resultados vão ser diferentes.
As turbinas eólicas funcionam com o ar fino, assim, necessitam de ter dimensões elevadas para produzir potências consideráveis. Um diâmetro de 2 metros (pá da turbina com 1 metro) pode produzir anualmente mais de 500 Kw/h. Um valor considerável para uma habitação média.


Grupo: H2OH!


sábado, 1 de maio de 2010

Turbinas Eólicas mais populares nos EUA


    Alix Helix Wind, uma empresa norte-americana focada no desenvolvimento de produtos para energia limpa pretende popularizar o uso de turbinas de vento para captação de eletricidade.
    As turbinas eólicas têm capacidade para capta ventos de no mínimo 16 km/h e são destinados a residências e a proprietários de pequenas e médias empresas. A empresa acredita na popularização graças a uma parceria com uma financiadora sediada em Washington.
   Grandes Parques eólicos, como o recém inaugurado na Alemanha( Parque eólico do mar do norte), chegam a custar mais de € 150 milhões.
   Os EUA lideram o ranking dos países que mais produzem energia através de fonte eólica. O total instalada nesse país ultrapassa os 35 GW. Atrás deles vem a Alemanha, com cerca de 26 GW instaladas, e a China, com 25 GW. O Brasil também tem intenções de expandir cada vez mais esse tipo de produção de energia (como exemplo, a Usina de ITAIPU em Osório,a maior usina Eólica do mundo) nosso país faz parte de um movimento internacional para tornar a energia eólica uma fonte primária de energia. Na verdade, a energia eólica tem tido a maior taxa de expansão de todas as fontes renováveis de energia disponíveis, com um crescimento médio de 27% por ano desde 1990,segundo o Global Wind Energy Council (GWEC).
    Mas como foi dito na palestra dada aos terceiros anos da escola( no dia 24 de Abril, pelo prof. Eduardo), é impossível dizer que no futuro teremos apenas uma fonte de energia alternativa no mundo todo para captar energia elétrica. Dependemos das hidrelétricas, que são ate agora, o mais limpo, barato e  menos poluidor meio de se captar energia. Sem falar nos fatores abientais que retardariam o processo de obtenção na Usinas Eólicas...o aerogerador só funciona se a turbina se movimentar, e a turbina depende do vento para girar. 
   Portanto, utilizamos diversas formas para se obter energia elétrica, diferentes fontes alternativas como a eólica, a solar, a geotérmica, nuclear, maremotriz que são meios limpos mas que saem caros na hora de investir em grande escala. Mas o objetivo é sempre o mesmo: conseguir energia através de recursos renováveis sem prejudicar o meio ambiente.


Fonte:( www.olhardigital.uol.com.br, www.Wikipédia.com.org, e dados obtidos através da palestra sobre Energias Alternativas)
Por: Layla

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Relatório da palestra- Geração de Energia Elétrica e seus impactos.

No dia 24 de abril, sábado estivemos no colégio para ouvirmos a palestra do professor Eduardo de eletrotécnica (curso técnico do parobé) onde o assunto foi a geração de energia e seus impactos.

Foi palestrado as energias: eólica, hidráulica, térmica, nuclear, solar e maremotriz. A maremotriz não é utilizada no Brasil, apesar de ser um tipo de energia importante.
A energia elétrica gerada resulta da conversão da energia mecânica aplicada em turbina acoplada ao eixo dos geradores elétricos rotativos (responsável pela determinação elétrica) obtida a partir de uma fonte de energia primária.
Algo que achamos importante em comentar, é sobre o balanço energético e os custos de energia. Como nos diz Lavoisier:
''A cada instante de tempo, toda a energia mecânica utilizada na conversão em energia elétrica é conservada.''
O preço varia muito da tecnologia das turbinas elétricas, porém quanto mais baixo, melhor para os moradores.
Iremos mostrar-lhes algumas curiosidades tiradas da palestra incluindo todas as energias citadas à cima:

Eólica: em cada parque eólico tem 25 turbinas eólicas, quando uma está na vertical ela pode medir 1.47m.Essa energia, é uma energia que necessita conforme o vento, por isso dependemos das estações e horários do ano. o custo da energia eólica é médio.

Térmica: É preciso aquecer muito para criar energia, como queima de biomassa, que quando queimada trás o impacto de poluição para o ar, pois ela é produzida para o vapor da energia térmica.

Solar: utiliza material condutor e tem diferença de potencial.De noite não podemos contar com a energia solar pois dependemos do sol e de vapor para utiliza - lá.

Nuclear: urânio é um material que produz vapor para as turbinas dessa energia. É a energia com maior
impacto ambiental
.
Hidráulica: a maior usina de energia hidráulica do mundo é Itaipu.

Conseguimos com esta palestra especificar com mais clareza sobre a geração de energia que iremos trabalhar ao longo do ano.

Feito pelo Grupo: H2OH!

quarta-feira, 28 de abril de 2010

AeroGeradores

Aerogeradores

AeroGerador:
Um aerogerador é um gerador elétrico integrado ao eixo de um cata-vento cuja missão é converter energia eólica em energia elétrica. Este tipo de gerador tem se popularizado rapidamente devido ao fato de a energia eólica ser um tipo de energia renovável, diferente da queima de combustíveis fósseis. É também considerada uma "energia limpa" (que respeita ao meio ambiente), já que não requer uma combustão que produza resíduos poluentes nem a destruição de recursos naturais.

AeroGerador de baixa tensão:
Os aerogeradores de baixa tensão diferenciam-se dos aerogeradores de alta tensão principalmente por terem tamanho e peso reduzidos em relação a estes, que usualmente são instalados nos cumes das montanhas ou em grandes planícies. O peso médio de um aerogerador de baixa tensão é de 100 kg.

Este tipo de equipamento poderá ser definido como um aerogerador doméstico, pois a quase totalidade dos equipamentos é instalada em habitações ou micro-indústrias. Ter um aerogerador a produzir electricidade unicamente para as nossas instalações pode ser uma realidade.

Por: ECOlutions

Limite de Betz.

O limite de Betz indica que, mesmo para os melhores aproveitamentos eólicos (turbinas de 2 ou 3 pás de eixo horizontal), recupera-se apenas um máximo de 59% da energia do vento, o que significa que Cp máximo (teórico) é 0,59. Para uma aplicação real, este coeficiente é da ordem de 0,3 a 0,4 no máximo. A teoria de Betz coloca em modelo a passagem do ar antes e após a turbina, por um tubo de corrente onde:


V1 é a velocidade do vento antes das pás da turbina

V é a velocidade do vento nas pás da turbina, na ordem de 10 m/s
V2 é a velocidade do vento após ter transferido energia às pás da turbina
Onde V1 > V > V2 , sendo estas velocidades paralelas ao eixo do rotor.

Grupo: H2OH!

terça-feira, 27 de abril de 2010

A palestra realizada dia 24 de Abril, no Auditório, abordou o tema de "Geração de Energia e Seus Impactos"

Foram relatadas as vantagens e desvantagens, modo de captação, impactos ambientais e sociais e gastos, não só da Energia Eólica, mas também da Energia Solar, Hidráulica, Maré Motriz, Geotérmica, Termelétrica e Nuclear.

 É uma utopia acreditar que existirá uma maneira de captação de energia que não gere nenhum impacto ambiental. A Energia Eólica é uma alternativa "limpa" de captação de energia, porém é muito cara. O vento é abundante, mas não constante.
O maior desafio dos engenheiros, pesquisadores e governantes é encontrar uma maneira barata e eficiente de captar energia suficiente para suprir às necessidades e que não seja tão destrutiva ao meio ambiente.


 por Bazzinga

domingo, 25 de abril de 2010

História da Energia Eólica

Com o avanço da agricultura, o homem necessitava cada vez mais de ferramentas que o auxiliassem nas diversas etapas do trabalho. Tarefas como a moagem dos grãos e o bombeamento de água exigiam cada vez mais esforço braçal e animal. Isso levou ao desenvolvimento de uma forma primitiva de moinho de vento, utilizada no beneficiamento dos produtos agrícolas, que constava de um eixo vertical acionado por uma longa haste presa a ela, movida por homens ou animais caminhado numa gaiola circular. Existia também outra tecnologia utilizada para o beneficiamento da agricultura onde uma gaiola cilíndrica era conectada a um eixo horizontal e a força motriz (homens ou animais) caminhava no seu interior.


Esse sistema foi aperfeiçoado com a utilização de cursos d’água como força motriz surgindo, assim, as rodas d’água. Historicamente, o uso das rodas d’água precede a utilização dos moinhos de ventos devido a sua concepção mais simplista de utilização de cursos naturais de rios como força motriz. Como não se dispunha de rios em todos os lugares para o aproveitamento em rodas d’água, a percepção do vento como fonte natural de energia possibilitou o surgimento de moinhos de ventos substituindo a força motriz humana ou animal nas atividades agrícolas.

O primeiro registro histórico da utilização da energia eólica para bombeamento de água e moagem de grãos através de cata-ventos é proveniente da Pérsia, por volta de 200 A.C.. Esse tipo de moinho de eixo vertical veio a se espalhar pelo mundo islâmico sendo utilizado por vários séculos. Acredita-se que antes da invenção dos cata-ventos na Pérsia, a China (por volta de 2000 A.C.) e o Império Babilônico (por volta 1700 A.C) também utilizavam cata-ventos rústicos para irrigação (CHESF-BRASCEP, 1987). (SHEFHERD, 1994)

Mesmo com baixa eficiência devido a suas características, os cata-ventos primitivos apresentavam vantagens importantes para o desenvolvimento das necessidades básicas de bombeamento d’água ou moagem de grãos, substituindo a força motriz humana ou animal. Pouco se sabe sobre o desenvolvimento e uso dos cata-ventos primitivos da China e Oriente Médio como também dos cata-ventos surgidos no Mediterrâneo. Um importante desenvolvimento da tecnologia primitiva foram os primeiros modelos a utilizarem velas de sustentação em eixo horizontal encontrados nas ilhas gregas do Mediterrâneo.

A introdução dos cata-ventos na Europa deu-se, principalmente, no retorno das Cruzadas há 900 anos. Os cata-ventos foram largamente utilizados e seu desenvolvimento bem documentado. As máquinas primitivas persistiram até o século XII quando começaram a ser utilizados moinhos de eixo horizontal na Inglaterra, França e Holanda, entre outros países. Os moinhos de vento de eixo horizontal do tipo “holandês” foram rapidamente disseminados em vários países da Europa. Durante a Idade Média, na Europa, a maioria das leis feudais incluía o direito de recusar a permissão à construção de moinhos de vento pelos camponeses, o que os obrigava a usar os moinhos dos senhores feudais para a moagem dos seus grãos. Dentro das leis de concessão de moinhos também se estabeleceram leis que proibiam a plantação de árvores próximas ao moinho assegurando, assim, o “direito ao vento”. Os moinhos de vento na Europa tiveram, sem dúvida, uma forte e decisiva influência na economia agrícola por vários séculos. Com o desenvolvimento tecnológico das pás, sistema de controle, eixos etc, o uso dos moinhos de vento propiciou a otimização de várias atividades utilizando-se a força motriz do vento.


Postado por: Ação e Reação
Fonte: http://www.cresesb.cepel.br