domingo, 29 de agosto de 2010

Produção de cana pode ser insuficiente para atender a demanda por etanol

Procura pela cana-de-açúcar no Brasil está em expansão


Com a expansão da frota de veículos biocombustíveis aumenta a procura por etanol, o que acarreta um prejuízo a produção brasileira de cana de açúcar segundo a avaliação da União da Indústria de cana-de-açúcar. 

O mais preocupante é que não existe previsão de investimentos suficientes para acompanhar tal crescimento de mercado. Um fator mais agravante, é que com a crise do ano passado as empresas que produzem cana-de-açúcar não têm apetite para lançar novos projetos, até pelos elevadíssimos custos.

Como não há previsão de aumento significativo da área plantada de cana-de-açúcar, o presidente da Unica receia que “se nada for feito, nós vamos ter dificuldades para exportar o etanol e abastecer os carros flex”. Ele defende que o governo precisa ajudar, e o mais importante seria a regulação do imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que incide sobre o etanol. 

Pesquisa: 

Na quarta-feira, 25 de agosto a Petrobras e a empresa norte-americana KL Energy Corporation assinaram um acordo que busca aprofundar a pesquisa na produção do biocombustível oriundo do bagaço da cana-de-açúcar. Com o combustível extraído do bagaço, mais conhecido como biocombustível de segunda geração, a estatal brasileira espera aumentar a produção do etanol em até 40%. O convênio tem a duração de um ano e meio.


Comentário:  Além das pesquisas e soluções encontradas para combustíveis menos puluentes, estes, quando descobertos, precisam de devido apoio financeiro. É só assim que conseguiremos avançar em áreas como essa, tão importante em dias de hoje.

Fonte

Grupo:  BAZZINGA

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Energia eólica bate recorde de geração e crescimento em todo o mundo.


Novos dados revelam o crescimento dessa fonte renovável. Espanha já consegue mais MW do vento do que de usinas nuclares.
Na Espanha, as boas condições de vento colocaram a geração de energia eólica à frente da geração de energia nuclear e energia térmica a carvão na semana passada. A geração de 9563 MW (de uma capacidade instalada total de 13908 MW) às 15h27 da quarta-feira passada fez com que a energia eólica respondesse por 25% da demanda daquele horário, superando em muito a demanda atendida por usinas nucleares (16%) e térmicas a carvão (15%).
A segunda boa notícia foram os resultados do mercado norte-americano de energia eólica, que reportou a instalação de 5.244 MW de capacidade nos Estados Unidos em 2007. O índice foi divulgado na quinta-feira passada pela American Wind Energy Assocation (Associação Americana de Energia Eólica) e mostra que, com um investimento de US$ 9 bilhões, houve crescimento de 45% da capacidade instalada de energia eólica naquele país em relação a 2006. Para efeito de comparação, esta quantidade é próxima à capacidade das usinas hidrelétricas do Rio Madeira, de 6.450 MW. E a construção de Angra 3, com apenas 1350 MW, custará, para cada MW de capacidade instalada, o dobro do valor investido por MW nos Estados Unidos.
"O recorde de geração registrado na Espanha é uma prova irrefutável da confiabilidade da geração eólica, e o crescimento desta fonte energética nos EUA mostra que a indústria norte-americana aposta neste tipo de energia e está ciente de seus benefícios ambientais e econômicos", disse Ricardo Baitelo, coordenador da campanha de energias renováveis do Greenpeace Brasil. "Estes exemplos reafirmam a necessidade urgente de o Brasil rever sua lei de incentivo a energias renováveis e aproveitar seu gigantesco potencial de energia eólica."

Fonte: http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/energia-e-lica-bate-recorde-de/

Comentário:
A energia eólica está sendo  bem utilizada em diversos países, a usina se destaca como uma das melhores renováveis. e uma das mais utilizadas, pois é uma energia que é gerada pelo vento que gera a energia elétrica.
Como exemplo da Espanha e dos EUA, estes países estão dando ''lugar'' para as novas implantações, e dizem que é bem mais proveitosa do que outras fontes de energia, por que ela é uma das fontes que gera menos impacto ambiental para o meio ambiente, ao contrario da usina nuclear que o seu ''vapor'' pode ser um risco para a atmosfera. Esse exemplo de construir energias renovaveis deveria ser levada para outros países, quem sabe o Brasil veja isso e dê mais prioridade a esta fonte, pois aqui no Brasil somos beneficiados pelo clima, que provoca bastante vento.

Grupo: H2OH!

domingo, 22 de agosto de 2010

Italiana Enel inaugura central solar inovadora na Sicília

Italiana Enel inaugura central solar inovadora na Sicília




O grupo italiano Enel inaugurou hoje na Sicília uma central solar termodinâmica com uma tecnologia inovadora, baptizada “Arquimedes”.

Esta central solar, construída em Priolo Gargallo, é constituída por cerca de 30 mil metros quadrados de espelhos parabólicos que concentram a luz do Sol em 5400 metros de tubos, através dos quais circula um fluído transmissor de calor que permite atingir temperaturas mais elevadas e armazenar o calor por mais tempo.



A energia térmica obtida permite produzir vapor que alimenta as turbinas da central de ciclo combinado gás/vapor do grupo, à qual está ligada a central solar.

De acordo com a Enel, esta central solar é a primeira do mundo a utilizar sais fundidos – uma mistura de nitrato de sódio e de potássio – como fluído e a ser integrada com uma central de ciclo combinado. Esses sais, que têm a “propriedade de acumular o calor durante mais tempo”, permitem utilizar a energia térmica do Sol “para gerar electricidade mesmo de noite ou com o céu encoberto”, explica a Enel. “O limite clássico desta fonte de energia renovável é, assim, ultrapassado”, acrescenta.




A central solar tem uma potência de 5 megawatts e permitirá à Enel evitar a emissão de 3250 toneladas de dióxido de carbono (CO2) por ano, reduzindo o consumo de gás necessário para alimentar as turbinas da central de ciclo combinado, cuja potência é de 752 megawatts. Além disso, a central solar representará, segundo a Enel, poupanças anuais de 2100 toneladas de petróleo equivalente.

Fonte: http://www.energiasrenovaveis.com/DetalheNoticias.asp?ID_conteudo=412&ID_area=8



[b]Comentário:essa reportagem fala que foi inaugurada na Itália uma central solar inovadora e essa central alem de tudo representará, segundo a Enel, poupanças anuais de 2100 toneladas de petróleo equivalente.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Brasil é o país que mais utiliza energias renováveis.

Cerca de 44% da energia brasileira vem do etanol e das hidrelétricas

Quase metade da energia consumida no Brasil é gerada por fontes renováveis, como biocombustíveis e energia hidrelétrica. A informação consta do Balanço Energético Nacional (BEN), divulgado no dia 29 pela a Empresa Pesquisa Energética (EPE).

O balanço indica que a oferta interna de energia total do Brasil, em 2006, foi de 229,7 milhões de Toneladas Equivalentes de Petróleo (TEP). unidade que permite a medição comparativa das diversas fontes de energia) Deste total, 101,9 milhões de TEP - ou o equivalente a 44,4% - correspondem à oferta de energia renovável, o que faz do Brasil o maior consumidor de energia limpa do planeta.
Essa participação relativa de energia renováveis tem se mantido praticamente estável entre 2005 e 2006, o Brasil é o país que mais utiliza-se de fontes renováveis de energia as chamadas energias limpas em todo o mundo. Ainda de acordos com dados do BEN, a média mundial de utilização de energia renovável é de apenas 13,2%, enquanto nos países da Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Econômicos (OCDE), está média é ainda menor: 6,1%.
Ao justificar a manutenção do percentual de utilização das energias renováveis, entre 2005 e 2006, a EPE afirmou que ele é reflexo da compensação entre "o forte crescimento dos produtos da cana-de-açúcar e outras renováveis de um lado, e do crescimento do consumo de urânio e seus derivados, do petróleo e seus derivados e do gás natural - que apresentaram crescimento expressivo e expansão da participação na oferta interna".
Em relação a 2005, a oferta interna de energia renovável no Brasil cresceu, em termos absolutos, em todos os tipos de energéticos que a compõem. A oferta interna de energia elétrica de fonte "hidráulica e eletricidade" foi responsável por 32,9% da oferta interna de energia renovável - correspondendo a 14,6% de toda a oferta de energia no período. Neste caso, um crescimento de 3,8% entre 2005 e 2006.
Já a oferta interna de "produtos da cana-de-açúcar", cresceu 9,7%, refletindo os efeitos sobre a produção de etanol (10,8%), e a produção de cana-de-açúcar (12%). O crescimento na produção de açúcar foi ainda mais elevado: 17,8%.
O levantamento da EPE indica, ainda, que houve um forte crescimento no volume das exportações de etanol, entre 2005 e 2006. Foram exportados 3,36 bilhões de litros do produto - crescimento de 50%. Já a lenha e o carvão vegetal apresentaram uma leve redução da participação na oferta interna de energia renovável no Brasil, passando de 29,3%, em 2005, para 28,0 em 2006. Com isto, a contribuição a oferta interna destas fontes de energia ficou em 12,4% do total.

Fonte: http://www.ipcdigital.com/br/Noticias/Brasil/Brasil-e-pais-que-mais-utiliza-energias-renovaveis

Comentário:
O Brasil é um dos países que mais tem investido em ideias e praticas das energias renovaveis, uma solução para combater os ''inimigos'' do meio ambiente, utilizando biocombustiveis, energia eólica e hidrelétrica. O nosso país é um dos exemplos para aqueles que ainda estão em crescimento para fontes renovaveis e ajudar a biodiversidade.

Grupo: H2OH! 

Galp começa a produzir energia eólica ano que vem

EÓLICA

04-08-2010
Galp começa a produzir energia eólica em 2011

O consórcio Ventinveste vai investir 500 milhões de euros e criar mais de 1300 empregos para produzir 400 Mw de energia.

O primeiro parque eólico da Galp e da Martifer, no consórcio Ventinveste, vai começar a ser construído ainda este mês, devendo estar concluído em meados do próximo ano. Neste primeiro parque, em Arganil, a Ventiveste tem a seu cargo a produção de uma potência de 10 megawatts (Mw), num investimento estimado em 16 milhões de euros. Mas no total das licenças atribuídas ao consórcio - de 400 Mw -, o projecto deverá rondar os 500 milhões de euros e criar mais de 1300 postos de trabalho.

O investimento daquele consórcio insere-se no plano energético traçado pelo anterior Governo, que em 2005 lançou os concursos para as energias eólicas, com o objectivo de praticamente duplicar a energia produzida por esta via para os 2 mil Mw, em três fases. A segunda fase do plano corresponde ao concurso ganho em 2007 pela Ventinveste, sendo que o primeiro foi adjudicado à EDP. Esta fase compreende não apenas a criação de uma potência de 400 Mw, mas de mais100 Mw para reserva e mais 20% de sobrecapacidade.

O início das obras estava previsto para mais cedo, mas obstáculos de ordem ambiental - levantados por organizações ecologistas - contribuíram para o seu adiamento.

De acordo com o projecto aprovado, os 400 Mw atribuídos à Vestinveste deverão ser distribuídos por sete parques eólicos com uma capacidade instalada que varia entre os 10 e o 172 Mw. Estes estão maioritariamente localizados na zona centro do País.

O parque eólico de Vale Grande, que está perto de arrancar no terreno, vai utilizar equipamento produzido nas unidades industriais do cluster desenvolvido pela Ventinveste, nos distritos de Aveiro, Viseu e Porto. Segundo a empresa, "os aerogeradores a utilizar pela Ventinveste são produzidos praticamente na totalidade em território nacional, dando origem a um cluster industrial português". Precisando melhor, as pás e nacelles são construídas na unidade da Repower em Oliveira de Frades, as torres pela Martifer e os conversores, transformadores e geradores, pela Efacec.

Todas aquelas unidades já estão em laboração, à excepção da unidade para as construção das pás, que estará concluída em Setembro. Por licenciar estão ainda os parques do Douro Sul e São Bento. Do consórcio fazem também parte a Repower e a Efacec.

Fonte: http://www.energiasrenovaveis.com/DetalheNoticias.asp?ID_conteudo=414&ID_area=3

[b]Comentário: Bom como lemos a cima essa reportagem fala do Galp que começara a produzir energia eólica em 2011 alem de fazer bem para o meio ambiente fará bem para os desempregados pois serão contratados 1300 pessoas.

Galp começa a produzir energia eólica em 2011

EÓLICA

04-08-2010
Galp começa a produzir energia eólica em 2011

O consórcio Ventinveste vai investir 500 milhões de euros e criar mais de 1300 empregos para produzir 400 Mw de energia.

O primeiro parque eólico da Galp e da Martifer, no consórcio Ventinveste, vai começar a ser construído ainda este mês, devendo estar concluído em meados do próximo ano. Neste primeiro parque, em Arganil, a Ventiveste tem a seu cargo a produção de uma potência de 10 megawatts (Mw), num investimento estimado em 16 milhões de euros. Mas no total das licenças atribuídas ao consórcio - de 400 Mw -, o projecto deverá rondar os 500 milhões de euros e criar mais de 1300 postos de trabalho.

O investimento daquele consórcio insere-se no plano energético traçado pelo anterior Governo, que em 2005 lançou os concursos para as energias eólicas, com o objectivo de praticamente duplicar a energia produzida por esta via para os 2 mil Mw, em três fases. A segunda fase do plano corresponde ao concurso ganho em 2007 pela Ventinveste, sendo que o primeiro foi adjudicado à EDP. Esta fase compreende não apenas a criação de uma potência de 400 Mw, mas de mais100 Mw para reserva e mais 20% de sobrecapacidade.

O início das obras estava previsto para mais cedo, mas obstáculos de ordem ambiental - levantados por organizações ecologistas - contribuíram para o seu adiamento.

De acordo com o projecto aprovado, os 400 Mw atribuídos à Vestinveste deverão ser distribuídos por sete parques eólicos com uma capacidade instalada que varia entre os 10 e o 172 Mw. Estes estão maioritariamente localizados na zona centro do País.

O parque eólico de Vale Grande, que está perto de arrancar no terreno, vai utilizar equipamento produzido nas unidades industriais do cluster desenvolvido pela Ventinveste, nos distritos de Aveiro, Viseu e Porto. Segundo a empresa, "os aerogeradores a utilizar pela Ventinveste são produzidos praticamente na totalidade em território nacional, dando origem a um cluster industrial português". Precisando melhor, as pás e nacelles são construídas na unidade da Repower em Oliveira de Frades, as torres pela Martifer e os conversores, transformadores e geradores, pela Efacec.

Todas aquelas unidades já estão em laboração, à excepção da unidade para as construção das pás, que estará concluída em Setembro. Por licenciar estão ainda os parques do Douro Sul e São Bento. Do consórcio fazem também parte a Repower e a Efacec.

Fonte: http://www.energiasrenovaveis.com/DetalheNoticias.asp?ID_conteudo=414&ID_area=3

Comentário: Bom como lemos a cima essa reportagem fala do Galp que começara a produzir energia eólica em 2011 alem de fazer bem para o meio ambiente fará bem para os desempregados pois serão contratados 1300 pessoas.

domingo, 15 de agosto de 2010

Fruki avança na produção sustentável

Imagen retirada do site: BOX3

A Fruki maior indústria regional de refrigerantes do Rio Grande do Sul, desde 1988 tem foco no crescimento de forma conjunta e equilibrada, mas nos últimos anos esse investimento começa a ganhar ainda mais importância devido a grande preocupação com o aquecimento global, os  investimentos no ao de 2010 são considerados altos, mas o retorno é imediato, só no primeiro semestre de 2010 a empresa já ampliou 22% do seu faturamento aliado às boas práticas de sustentabilidade. A Fruki ganha ainda mais prestígio quando sua produção sustentável é comparada a outras grandes empresas, como Coca-Cola e Pepsi.
“Hoje, temos uma grande estação de tratamento de efluentes e aproveitamos o resíduo desse processo como adubo orgânico em propriedade da empresa”, explicou Eggers (diretor-presidente da empresa) durante reunião-almoço do Tá na Mesa da Federasul. Além disso, a Fruki possui um sistema para o reaproveitamento da água da chuva para a limpeza de pátios, lavagens de carros e caminhões, irrigação de jardins e em torres de resfriamento. Entre outras ações, a companhia gaúcha ainda prioriza a iluminação natural em suas instalações e faz o reaproveitamento e a reciclagem de materiais.


Comentário:
Atualmente, é necessário que grandes empresas e indústrias se preocupem com o impacto gerado pela fabricação de seus produtos. É isso que a Fruki e mais empresas vêm buscando: a sustentabilidade,  o equilíbrio, entre usufruir e renovar. Não só plantar e colher, mas adubar e regar, preparar o solo para o que vier depois.

Postado por: BAZZINGA